sábado, 2 de abril de 2016

SURGE O ILHÉUS OLD SCHOOL!

                      Para a nossa grata satisfação, surgiu em nossa cidade, o Ilhéus Old School,
                      grupo de admiradores de automóveis antigos. depois de muito tempo após
                      a fundação do nosso querido e extinto Ilhéus Fusca Clube.
                      Sob a coordenação do jovem Eric, pessoa de muito carisma e competência, já
                      foram feitas várias reuniões, e a brilhante participação do Aleluia Ilhéus, evento
                      do qual o clube já fará a partir do próximo ano parte  oficialmente.
                      Neste evento contamos com a presença do Conquista Fusca Clube, e recentemente
                      em outro encontro contamos com a presença de amigos de Itabuna.
                      Já temos convites para a participação em eventos, e estamos engrenando, com 
                      cada vez mais a entrada de novos membros.
                      Vamos em frente, estamos no caminho certo.

terça-feira, 8 de março de 2016

RETORNO DAS ATIVIDADES.

Com grande prazer após mais de dois anos de inatividade, devido aos companheiros do clube abandonarem a barca, estamos outra vez vendo novos e bons horizontes.
Surgiu em Ilhéus um grupo de jovens que criaram o Ilhéus Old School, que já vem desenvolvendo
algumas atividades e reunindo um grupo que está se tornando interessante, tanto pelas idéias brilhantes quanto pelo conhecimento de causa e boa vontade.
Estaremos em breve juntando nossa experiência, com a grande energia que emana destes jovens.
Que bons ventos voltem a soprar para os admiradores do Fusca e demais carros antigos e que este
grupo possa participar e promover grandes eventos.
MARCUS GARCIA
        VW Fusca Última Série 748/850 placa amarela abandonado!

Em 02/08/2011, acompanhado do meu amigo Anderson, conhecido como Mussum, tive o prazer (e ao mesmo tempo a tristeza) de localizar o Última Série 748. Digo prazer porque, como amante da linha VW antiga, é sempre uma satisfação quando conseguimos localizar um carro do qual gostamos muito e que tem seu lugar marcado na história do antigomobilismo nacional, como o Fusca Última Série. Porém, ver tal jóia abandonada ao tempo, da forma como encontramos, traz uma angústia tremenda, principalmente quando não temos o poder de mudar a situação.
Essa história começa alguns anos antes, quando, em uma conversa de bar, o Anderson contou-nos que um arquiteto amigo dele havia localizado dois fuscas guardados em uma garagem de um dos bairros mais antigos da minha cidade. Não lembro bem o motivo, mas no final de julho de 2011 eu recordei de tal história e propus ao Anderson que tentássemos localizar a tal casa.
Bom, como ele falou que imaginava qual seria a casa, deslocamo-nos para lá, e, após uma conversa com o caseiro, tivemos a confirmação e a informação de que um dos carros já havia sido vendido há alguns anos. Perguntamos então se seria possível vermos o outro carro e ele gentilmente atendeu ao nosso pedido, permitindo, inclusive, que fizéssemos as fotos.
A garagem é coberta e fica fechada todo o tempo, estando entulhada de móveis quebrados e um milhão de objetos e máquinas que dificultaram e muito as nossas fotos. O pó que cobre o carro chega a formar uma camada bem espessa, a ponto de ter sido preciso limpar o teto para confirmarmos a cor, que vem a ser o Azul Stratos.
Mesmo com toda poeira foi possível ver que o interior está novíssimo (o carro estava trancado, razão pela qual não tiramos fotos de dentro, do motor e do porta malas), como convém a um carro realmente zero.
Segundo o caseiro, o patrão teria comprado quatro veículos iguais (mudando apenas as cores) e rodado de Salvador a Aracaju. Dois teriam sido guardados e nunca mais rodaram e os outros dois entregues aos filhos para uso. O que aparece nas fotos é um dos dois que foram guardados, o que nos leva a crer que o veículo tenha menos de 300 Km rodados, que é a distância aproximada da capital baiana a Aracaju.
As fotos mostram escapamento original e lacres nos parafusos dos paralamas, confirmando que o carro realmente não teve uso.
Lamentamos que ele vá continuar na triste sina de acabar-se naquela garagem, uma vez que a proposta de venda é num patamar que foge à realidade atual do veículo. Seguem as fotos:























sexta-feira, 8 de novembro de 2013

FUSCAS NA ESTRADA!

Este vídeo mostra os aventureiros e seus fuscas mostrando ser possível realizar 
excelentes aventuras em nossos valorosos Fuscas. São viagens a Ushuaia na                                            Argentina, ao redor do Brasil, e até aos Estados Unidos, e o valoroso fusca
 fazendo brilhantemente a sua parte.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

CORRETO!

Isto é para quem acha que fusca não é carro!

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

terça-feira, 27 de agosto de 2013

PROVA DE AMOR!



Extraído do informativo " O Besouro" do Volks Clube Ceará.

Este é o logotipo do Volks Clube do Ceará, com o qual temos o prazer de manter contato.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Amazonenses transformam Fusca 86 em carro elétrico.



Fusca 1986
          Três profissionais do Amazonas são responsáveis pela criação de um carro elétrico brasileiro. A equipe reaproveitou um antigo Fusca 86 e adaptou o automóvel com baterias de lítio.
O modelo batizado de “Eco Fusca” é resultado de um trabalho de um ano e meio do técnico em eletrônica, Alfredo Araújo, de seu filho Eduardo Mazzoni, formado em Tecnologia da Informação (T.I.), e do mecatrônico Alex Lopes.
O carro é movido pela energia de 45 baterias de lítio, tem autonomia de 200 km e pode chegar a 160 km por hora. Mazzoni, devido seu conhecimento em T.I., projetou um software onde é possível ter acesso a todos os dados do carro. "Neste software podemos analisar o desempenho e acompanhar a carga das baterias. Quando ele estiver perto de descarregar o programa avisa", disse ao G1.
Mesmo com tanta eficiência neste primeiro projeto, os três desenvolvedores não estão satisfeitos. Constantemente, eles buscam aperfeiçoar a tecnologia, inclusive, algumas ideias serão testadas em breve.
"Está em andamento um projeto que consiste em fazer o teto do carro todo de placas fotovoltaicas, que transformam a luz do sol em energia. Além disso, temos uma ideia para fazer as rodas do carro gerarem energia. Concluídas essas duas etapas, nem será mais necessária a recarga pela tomada", afirmou Araújo, o técnico em eletrônica.
Além do benefício ambiental, o modelo elétrico ainda representa uma economia no bolso. "De acordo com meus cálculos, com aproximadamente R$ 5 de energia elétrica ele faz 160km. Os carros comuns precisam de R$ 35 de gasolina para fazer os mesmos 160km, considerando 12km/litro e o preço de R$ 2,69 o litro", avalia Mazzoni.
Os gastos, tanto a curto, como em longo prazo, parecem realmente mais atrativos. Mazzoni calcula que usando o fusca ecológico em cinco anos o consumidor já economizaria R$ 20.000. "Em 26 anos seriam R$ 15.000 de energia para carregar o Eco Fusca, já o carro comum com 12km/litro, utilizaria R$ 115.440 de combustível, mais manutenção”, afirma.
O custo para adaptar o fusca também teve um orçamento razoável. "A adaptação do Fusca custou algo em torno de R$ 50 mil, e eu creio que para modelos mais atuais esse custo é de aproximadamente R$ 60 mil. Esse valor é alto, se você compara com os carros comuns vendidos no mercado, mas se você pensar bem, este é um carro que se paga sozinho, e este preço ainda é mais em conta que o dos carros híbridos vendidos no Brasil", disse.


 As baterias de lítio utilizadas são do mesmo modelo de telefones celulares, com dez anos de vida útil e podem ser recarregadas em qualquer tomada comum de 110V ou 220V.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Como acabar com um fusca!


Meus amigos e seguidores deste blog. Já vi muitas modificações horríveis feitas em fusca. Mas esta que tive o desprazer de ver recentemente supera tudo que se pode dizer em termos de destruir a imagem
de um carro. Acho que tentaram fazer um Rollys-Royce. Mas o pior de tudo é o acabamento, da chaparia.
Acabamento realmente no sentido da palavra. Acabou mesmo! Se este fusca tivesse sentimento, e acho que
tem, com certeza estará com muita vergonha.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Olha o Brucutu




 Nos anos 1960 e início de 1970, um acessório virou febre entre os rebeldes da época. Muitos curtiam Roberto e Erasmo Carlos, Beatles, Elvis Presley, macacão Lee, calça boca de sino, costeleta e... Brucutu, nome dado a uma pequena capa cromada do bico do lavador de pára-brisa do Fusca, que, depois de roubada, era transformada em anel.
Ao que tudo indica, o termo “brucutu” foi inspirado no paradigma de um personagem de mesmo nome, figura do tempo das cavernas publicada nas tiras dos jornais estadunidenses. Ter um desses no dedo proporcionava o status de ser tão bruto quanto o personagem, além de pressupor a rebeldia e coragem imputada àquele que usava um objetivo roubado.
Com a moda, o brucutu quase desapareceu, tornando-se artigo de colecionador.

CUNHA - A cidade do Fusca

(Mapa de acesso a Cunha)
Em Cunha, quase todo mundo tem Fusca. Quem não tem quer ter. Quem não tem e não quer ter precisa pagar para alguém que tenha. O carro, extinto pela Volkswagen, ainda é a única salvação para ir e vir pelas vertiginosas ladeiras de terra e de paralelepípedo da cidade. Zé Cuta tem 79 anos, 1,88 metro de altura e calça 47. Uma vez por semana, ele enche de queijo o banco traseiro de seu Fusca 1300, ano 79, dobra-se para caber no carro e dispara para vender o produto de seu rebanho. Nos últimos dias de maio, o mineiro não escondia certa tristeza enquanto jogava conversa fora no banco da praça da Matriz. Os negócios vão bem, mas ele esforçava-se para resistir ao pedido dos 14 filhos, 51 netos e 13 bisnetos. A prole aventava mudar o endereço da festa do aniversário de 70 anos da esposa. "Eles moram fora, trocaram os Fuscas e não conseguem mais chegar aqui em casa."


(Fusca na zona rural)
(Ladeira com 6 fuscas)
(Paisagem comum em Cunha)


















  




Na cidade ,encravada entre as serras da Bocaina e do Mar, no interior de São Paulo, só o Fusca salva. Quem mora lá sempre sobe ou desce. Difícil encontrar uma rua plana. O preço baixo, a manutenção simples e, principalmente, a tração traseira - mão na roda para superar as rampas do dia-a-dia - são os trunfos que garantem a preferência. A esse lado racional soma-se o orgulho de ser o feliz dono do mais famoso VW de todos os tempos. Não há estatística oficial, mas calcula-se que 2000 deles circulem pelo município de 26000 habitantes. É um para cada 13 cunhenses. Noves fora, é como se mais de 1 milhão deles ainda rodassem pela cidade de São Paulo.
Para chegar à roça onde cultiva milho e feijão, Morésio de Oliveira França, 54 anos, também acelera um Fusca - motor 1500, ano 72. São 12 quilômetros do centro até a região do Macuco, famosa pelas incríveis inclinações de suas estradas. "O Fusca é o meu cavalo", compara o roceiro, que ao chegar ao milharal resolveu mudar de lugar um dos quatro bezerros do pasto. Para isso, bastou laçar o animal, amarrá-lo, tirar o banco do passageiro e acomodar ali o filhote. A bordo do New Beetle - 
o "novo Fusca" -, sigo Morésio. Em vão, tento manter a mesma tocada. Baixo e sem a idolatrada tração traseira, o carro sofre com as pedras e as rodas dianteiras giram em falso nas subidas. Paciente, Morésio espera e ri ao confirmar o que já havia sugerido: "Tem certeza que quer ir ao Macuco? Esse carrão é chique, mas não dá conta, não".
Amauri Osório, 53 anos, dono de um modelo 71, sabe que não compensa usar seu Escort na roça. "O Fusca sobe fácil, poupa os pneus e gasta menos combustível." Segundo ele, o preço do carro em Cunha é até 30% mais alto. Por isso, apesar de a cidade ser fonte para interessados no carrinho, é preciso estar disposto a pagar mais. 
"O negócio é comprar fora e tentar vender aqui", diz Alcindo Mestre, 42 anos, corretor de Fusca. Ao lado de João dos Passos e Rubinho, Alcindo faz ponto na esquina da praça da Matriz de olho nas oportunidades de negócios com o carro. Nas transações, entram Fuscas, lotes de terra, televisões e até bezerros. Mestre havia negociado naquela semana um modelo em troca de 1000 quilos de bezerro - o equivalente a dez animais. "Deu 2500 reais."
Para os donos das oficinas de Cunha, não falta serviço. Se por um lado o mito do carro inquebrável se confirma, por outro a enorme frota e os 2000 quilômetros de estradas de terra garantem casa cheia para Darcy Castilho, de 42 anos. O funileiro cansa de trocar os pára-lamas traseiros do Fusca. "É muita pedra. E tem o problema da urina das vacas, que apodrece a lataria", conta Darcy, dono de um Fusca 79 branco, tinindo de novo. De cada 15 carros que batem à porta de sua funilaria por mês, 14 são Fuscas. "Aqui nós conhecemos bem o produto."
O carro também domina a clientela da oficina mecânica de Mamed Alves da Silva. Aos 85 anos, uma dor nas costas o tirou do batente e o proibiu de dirigir seu Fusca 66 totalmente original. "A única mudança foi o motor. Trocamos o 1200 pelo 1600 por causa das ladeiras", diz Francisco de Assis, filho de Mamed. "A maioria dos serviços é simples, como a troca da lona do freio e a limpeza do carburador." O herdeiro Yan Francisco, de 13 anos, neto de Mamed, trabalha como mecânico de confiança na oficina. "Ele já sabe trocar e até regular o carburador", orgulha-se o pai.
A fama do Fusca em Cunha é garantida historicamente por homens como Roque Benedito de Oliveira, de 61 anos. Desde que começou a dirigir, Roquinho soma dez Fuscas na carreira. Hoje tem dois. O vermelho, ano 68, não anda bem das pernas. "Por 2000 reais, eu vendo." O verde, ano 69, inteiramente original e "com cheiro de novo", é relíquia inegociável. Outro "fuscólogo" é Jairo de Carvalho Osório, o Lau. Aos 60 anos, traz 30 Fuscas no currículo. O atual é um dos poucos táxis da cidade. "Quem não tem Fusca e trabalha na roça precisa dos meus serviços", diz Lau, que cobra 15 reais a cada 10 quilômetros rodados em seu Fusca.
Menos fanático pelo carro é o jornalista e escritor Moacir Japiassu, paraibano com passagens nos principais veículos da imprensa brasileira, autor de oito livros e que há cinco anos deixou São Paulo para morar em um delicioso sítio nos arredores de Cunha. O Fusca ano 71 foi comprado pelo pai do jornalista em 1976 para que ele pudesse se deslocar da cidade ao sítio e acompanhar as obras. Hoje, o carro é dirigido pelo caseiro Severino Cardial da Silva, o Bininho, 65 anos. Japiassu, nas raras vezes que se aventura fora do sítio, prefere um Toyota Hilux, ano 94. "O Fusca é muito duro para mim."
Cunha não é lugar nem de carros caindo aos pedaços nem de exemplares de colecionador. Os Fuscas que tomam conta da cidade são os carros do dia-a-dia, batidos, arranhados, sujos, mas com um grau aceitável de cuidado. Há, no entanto, um ou outro que salta aos olhos: desde os modelos anos 60 até uma única unidade remanescente da Série Ouro, a última leva, produzida pela Volkswagen em 1996. A dona, Leonídia Mariano Ferraz da Silva, 38 anos, leciona na zona rural, mas pre-fere ir de ônibus a maltratar o carro que marcava apenas 62345 quilômetros rodados quando a visitamos. Ela comprou o Fusca por 9500 reais há dois anos e já recusou proposta de 16000 reais feita pelo ex-proprietário.
O carro da auto-escola de Cunha é um Fusca, claro. Mas a delegacia da cidade conta com um Land Rover 110 e um Santana para atender às poucas ocorrências - a maioria delas é de furtos e o último homicídio foi há 17 meses. Para entregar intimações em certos endereços, a delegada Silvia Souza precisa contar com a ajuda dos donos de Fusca. "Em algumas estradas de terra, o Land Rover não consegue fazer a curva", diz o investigador Everaldo de Pinho. "Um Fusca cairia bem", afirma. 
A cidade dos Fuscas não tem semáforo. Não há guarda de trânsito e ninguém é multado. Acidentes são raros. Essa "moleza" para o motorista causa um leve e desnecessário trânsito. "As pessoas param em fila dupla para bater papo em frente à padaria", diz Gilberto Jardineiro, paulistano e principal responsável pelo nascimento do pólo ceramista de Cunha. Visitar o ateliê do artista para assistir à abertura do forno noborigama, que atinge 1400 graus de temperatura, é programa imperdí-vel - a próxima abertura acontece no dia 7 de julho.
Depois da visita, acelere 30 quilômetros pela sinuosa e bonita SP-171 e caminhe por meia hora até os 1850 metros de altitude da Pedra da Macela. Lá de cima, a vista da serra do Mar e das baías de Paraty, Angra dos Reis e Ilha Grande é inesquecível e merece horas de contemplação. Para garantir o visual, escolha um dia de céu azul, sem nuvens. Mesmo porque, se estiver chovendo e seu carro não for um Fusca...
Reportagem retirada da Revista 4 Rodas.




quinta-feira, 7 de junho de 2012

CUIDADO COM SEU FUSCA!

Muito preocupados nós deste blog descobrimos que o Fusca ainda é um dos veículos mais roubados em 2012. Segundo levantamento feito pelas seguradoras, o carro mais roubado nos três primeiros meses do ano foi o Gol com 10.700 unidades, sendo 111 gols por dia.
É muita coisa. Mais de 4 carros por hora isso sem falar nas outras marcas de veículos.
Somando os dez primeiros entre carros e motos, foram roubados 37.564 unidades, ou seja, 417 são levados por dia.
A surpresa é que o Fusca continua sendo lembrado até pelos ladrões, e, uma boa parte destes carros vão para desmanches.
À seguir a relação dos mais roubados :
1º- Gol ( 10.705 und) ; 2º- Moto Honda CG 125  (5.528 und); 3º- Fiat Uno (5.042 und); 4º- Fiat Pálio (3.957 und); 5º- Moto Honda CG 150 (3.126 und); 6º- GM Corsa (2.807 und); 7º- GM Celta (2.138 und)
8º- Moto Honda CBX (1.756 und); 9º- FUSCA (1.275 und); 10º- VW Paraty (1.230 und).
Portanto, meus caros amigos proprietários de Fusca, se não tivermos condições de colocar nossos carrinhos no seguro, procuremos estacioná-los em lugares seguros e equipá-los com equipamentos de segurança para dificultar o trabalho dos meliantes. E, principalmente, pedir a proteção de Deus para não passarmos pelo desgosto e o susto de perder nossos amados carrinhos.

RETORNANDO ÀS ATIVIDADES

Comunicamos a todos amigos e seguidores deste blog que estaremos reativando as atividades .Estamos na luta para dar continuidade ao ressurgimento do nosso clube. Já estamos em contato com os associados que ainda querem que ele exista. Em breve estaremos marcando uma reunião.
Abraço a todos,
Marcus Garcia
Caricatura ( Eu, Márcia e o Fusca)